Retorno
Sei que ando meio negligente com o blog, há algum tempo escrevo uma vez por mês e acreditem, não estou contente com isso. Tenho minhas justificativas, talvez não tão convincentes e coerentes quanto se esperam de mim, no entanto suficientemente pesadas, a ponto de terem me derrubado de tal forma que agora peno pra me reerguer. Estou numa fase pós-vestibular, que no meu caso fui mal, o bastante para nem cogitar uma segunda fase. Não vou colocar a culpa do meu desespero naquelas porcarias (também conhecidas como rojões) que jogaram da rua no sábado véspera da prova e quebraram três janelas aqui em casa, me deixando em estado de choque, chorona, soluçante, feito criança quando se perde da mãe.
Fato é que não dá mais pra voltar, felizmente ou infelizmente, e o que eu quero agora, depois de umas duas semanas quase vegetando em casa por não ter ânimo algum pra fazer nada, é descobrir que existe vida pós-vestibular. Já havia me esquecido disso. Arrependo-me de ter deixado pra trás boas oportunidades, perdi muita coisa e o que ganhei acredito que não será capaz de repor as perdas. Acho que não era a hora. Não era a MINHA hora. Mas eu não desisto, só que agora vou saber ser mais cautelosa e criteriosa com minhas escolhas. Cometer o mesmo erro de novo é loucura e me mandem internar se por acaso acontecer novamente.
Engraçado é como lidei com os fatos: sem crise, sem choro nem culpa, fiz o que pude. Acho que sozinha não teria conseguido; conheci pessoas maravilhosas que espero levar comigo para o resto da vida.
E é tentando olhar à frente que pretendo seguir agora, que venham novos desafios, novas conquistas e perdas, vou encará-las da melhor forma possível. E pra 2006 não carrego promessas, levo apenas objetivos.
Fato é que não dá mais pra voltar, felizmente ou infelizmente, e o que eu quero agora, depois de umas duas semanas quase vegetando em casa por não ter ânimo algum pra fazer nada, é descobrir que existe vida pós-vestibular. Já havia me esquecido disso. Arrependo-me de ter deixado pra trás boas oportunidades, perdi muita coisa e o que ganhei acredito que não será capaz de repor as perdas. Acho que não era a hora. Não era a MINHA hora. Mas eu não desisto, só que agora vou saber ser mais cautelosa e criteriosa com minhas escolhas. Cometer o mesmo erro de novo é loucura e me mandem internar se por acaso acontecer novamente.
Engraçado é como lidei com os fatos: sem crise, sem choro nem culpa, fiz o que pude. Acho que sozinha não teria conseguido; conheci pessoas maravilhosas que espero levar comigo para o resto da vida.
E é tentando olhar à frente que pretendo seguir agora, que venham novos desafios, novas conquistas e perdas, vou encará-las da melhor forma possível. E pra 2006 não carrego promessas, levo apenas objetivos.


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